• Hildebrando Couto Santos

A criança, a coragem, a escolha...a ação


O alto da montanha como se fosse a oportunidade de integração de forças e libertação de algemas

Sobre a criança que habita dentro de nós, suas feridas, suas crenças, suas limitações, seus poderes, seus sentimentos e emoções...e os efeitos (consequências) na nossa vida em todas as áreas: relacionamentos, carreira, negócios, desenvolvimento pessoal, espiritual...



Muitas vezes temos uma criança ferida que habita dentro de nós que não planeja magoar alguém, mas magoa algumas vezes. Também deseja e planeja ter sucesso, realizar ações, construir soluções na sua vida e para o mundo, mas gera sabotagens que impedem a evolução. Mas principalmente, ela não tem como objetivo ferir ainda mais ela mesma, mas às vezes acontece.

Se ferimos a nós mesmos, também não sabemos ainda como olhar, cuidar e entender o outro. O outro pode ser qualquer um: parcerias, relacionamentos afetivos, familiares, colegas de trabalho, pessoas na rua...

Em nós há muitos sentimentos guardados a sete chaves. Também, muitas vezes, há emoções reprimidas, crenças, formas de pensar sobre como devemos e podemos ser, que ficam guardadas também.

As nossas ações, comportamentos e atitudes diante de tudo, são permeadas destes sentimentos, emoções, crenças...


Quem me conhece bem sabe que por trás da minha aparência calma, tranquila, mora um "nervosinho", impaciente, um "brigão" e muitas vezes um tremendo chato, e também demonstra insensibilidade em algumas situações. Levei muito tempo para aceitar isto tudo em mim, e posso dizer que há muitas resistências ainda. Há muitas dificuldades para encarar esta minha "criança ferida", e fazer as mudanças necessárias. Eu tenho consciência desta situação em mim, mas vai dizer isto para as outras pessoas que convivem comigo?


Ter consciência não é suficiente para mudar tudo isto, pois é preciso ir além dentro de si mesmo. Este mergulho é entrar nas profundezas de quem você é ou estar. Uma caminhada rumo ao desconhecido mas também a muito do conhecido que você já viu em seus comportamentos e atitudes. Tanto que já viu algumas destas características que aprendeu a esconder grande parte dela, numa tentativa de deixar mais "fácil" a caminhada. Com o decorrer dos tempos de vida você mesmo notou que isto está mais para sacrifício e suicídio do que vida de verdade.


Aceitar mergulhar em si é entender que além de todas as missões que você possua na vida existe uma que é a responsabilidade com você mesmo. Responsabilidade com sua missão, afinal você está aqui para cumprir uma. Responsabilidade, também, com os relacionamentos que você constrói na vida profissional, na vida afetiva, nas parcerias, na família...

E isto, é como subir numa montanha, sozinho, sentindo e percebendo o que te ocorre, e lá abrir a gaiola e soltar todos os sentimentos que te aflige e vê-los voar na sua frente, e perceber que eles podem se libertar de você, e você pode criar um novo significado para tudo.


Claro, precisamos de ajuda, precisamos muitas vezes "baixar a crista" e ser mais humildes, compreender que tem momentos que não adianta ficar "batendo cabeça" quando precisamos de outro olhar sobre o que está acontecendo. Quantas vezes me pego acreditando severamente que estou no caminho certo, que tudo está "ok", que não preciso de ninguém me dizendo o que fazer? De novo uma "mágoa escondida", agora se manifestando em forma de autossuficiência total em tudo, mesmo quando tudo vai mal.


Pedir ajuda pode ser buscar novas abordagens que encontrem razões, emoções, sentimentos e entendimentos sobre as questões e situações que te afligem, e quando a "cabeça no travesseiro" não é mais suficiente para te dar respostas ou apontar ações efetivas na vida. Aí temos que abrir a cabeça mesmo e se entregar as novidades, as vezes se entregar ao imponderável de abordagens que você também não conhece bem, e daí? precisamos ser mais criativos também com a forma como conectamos com nós mesmos, afinal a nossa racionalidade demasiada já nos prendeu tempo suficiente para nos encarcerar dentro de nossa própria cabeça, não é verdade?

Saiba mais sobre os trabalhos de Constelação Sistêmica Familiar, Mapa Astral, Eneagrama, Programa de Desenvolvimento Pessoal, e para os homens o workshop Sagrado Caminho Masculino: http://www.hildebrandocoutosantos.com

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